Sábado, Novembro 21, 2009

REFUTANDO OBJEÇÕES CONTRA A SANTA EUCARISTIA

Postado por servos de maria


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O que dizer dos argumentos usados pelos protestantes em combate à Santa Eucaristia?
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Os principais argumentos deles são:
1- A expressão MEMÓRIA no episódio da ceia, em 1 Cor 11,24.25, por exemplo;
2- A passagem "O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida." Em Jo 6,63;
3- Os textos de Jo 8,12; 10,7; 14,6; 15,5; Lc 13,32; Ef 5,23; 1 Cor 6,19, Ap 5,5; 23,13 nos quais supostamente o verbo SER está em sentido figurado.
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Por que protestante adora ISOLAR texto do contexto?
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Por que na cabeça dos protestantes a palavra MEMÓRIA , no caso da ceia, desmenteria todo o contexto em que claramente se diz que o pão e o vinho são o corpo e o sangue do Senhor e o versículo 66 de João 6 DESMENTERIA todo o contexto que claramente fala do sentido real da presença de Cristo nas espécies eucarísticas? E por que eles também acreditam que os textos citados no item 3 também desmenteriam a passagem da ceia e de João 6? Será que acreditam que a Bíblia se contradiz?
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Mas, analisemos cada item desse:
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1- Os simbolistas costumam negar a veracidade da interpretação católica recorrendo à palavra “memória” em 1 Cor 11,24.25, por exemplo. Acham eles que isso exige a interpretação metafórica do texto. Mas vejamos: sabemos que hermeneuticamente uma palavra só pode ser interpretada corretamente à luz do contexto. Não veem os simbolistas que eles estão isolando a palavra em questão e precipitadamente estão tirando uma conclusão totalmente fora do contexto? Então, quer dizer que tudo o que foi dito antes era mentira? Além disso, o que é mesmo “memória” para os judeus? Para eles memória é reviver tudo o que passou. Quanto à páscoa, por exemplo, eles revivem até hoje como se estivessem saindo novamente do Egito. O que Cristo mandou, com essa palavra, foi que revivêssemos tudo aquilo que ele estava fazendo, e isso o fazemos. Portanto, nada aqui se choca com a interpretação literal da ceia. 2- Não adianta querer fugir do problema isolando João 6,63 do contexto. Nesse versículo, o Mestre de Nazaré diz apenas que não se tratava de comer carne enquanto tal (está claro que esta por si não santifica o homem) nem de comer a carne do Senhor em suas condições terrestres (como se come a carne do açougue), mas, sim, de receber a carne de Cristo glorificada, emancipada das leis do espaço e do tempo. É a carne nessas circunstâncias novas que Jesus chama "espírito"; é espírito, porque está toda penetrada pela Divindade (na verdade, é a Divindade de Cristo que, mediante a carne, vivifica os fiéis na Eucaristia). É interessante que como os simbolistas não têm saída num texto, eles ou isolam uma palavra ou recorrem a outros textos que nada têm a ver com o texto em questão.
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Isso é um claro desvio dos princípios da hermenêutica. Por que não explicam convincentemente o texto em vez de descontextualizar o texto?
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Ao se dar na Eucaristia, Cristo quer se unir perfeitamente ao comungante. As-sim como o alimento do corpo, a bebida material se unem intimamente conosco e se transformam em nós, em nosso próprio sangue, assim também Cristo se une de modo perfeito com aquele que se alimenta desse pão do céu, a Eucaristia. Cristo permanece na alma santificante. Os que não conseguem crer nesse belíssimo sacramento estão longe de entender o amor perfeito, que chega ao extremo de se deixar misturar-se com aquele a quem se ama. A Eucaristia é uma grande demonstração do amor infinito de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Nela, ele se deixa alimentar para melhor unir-se a todos nós. 
Ali, segundo João 6, em Cafarnaum, o Mestre já prometera que daria sua carne para ser comida e seu sangue para ser bebida e não há escapatória para interpretação figurada nesse episódio do discurso do pão do céu:
1) Que João 6 e a celebração da ceia referem-se ao mesmo assunto é confirmado apenas quando vemos as palavras carne e sangue como respectivas comida e bebida, e ainda mais quando vemos João fazer questão de destacar que aquele discurso ocorrera numa páscoa (Jo 6,4).
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2) Observe que dos versos 1 ao 20 o autor sagrado enfatiza o milagre da multipli-cação dos pães, demonstrando explicitamente que Jesus tem poder sobre o pão; dos versos 16 ao 21, enfatiza-se o momen-to em que Jesus andou sobre as águas, demonstrando agora que Jesus tem poder sobre o seu corpo. Depois de revelar essas verdades como quem está, e de fato está, preparando o discurso do pão do céu, mostra-se toda a polêmica em que se envolveu o Senhor ao prometer dar a sua carne e seu sangue como comida e bebida. E se realmente o Senhor tem poder sobre o pão e sobre o seu corpo, a Eucaristia é digna de fé.
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3) No verso 51 claramente Jesus diz que o pão prometido era a sua carne. E no verso 56 faz questão de dizer que sua carne e seu sangue são verdadeiramente comida e bebida.
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4) No momento em que muitos discípulos se retiraram por entenderem suas palavras em sentido real, Jesus não recuou, mas perguntou aos seus apóstolos se também não queriam ir com eles. (Jo 6,53-71).
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5) Nos versos 54-56, o Mestre usou o verbo “comer”, no grego trogo o qual sig-nifica “dilacerar com os dentes”. Ora, se o texto fosse simbólico usar-se-ia apenas o verbo grego phagein (comer), mas ao acrescentar um verbo cujo significado é triturar com os dentes, não se dá margem para nenhuma interpretação figurativa.
6) O sentido figurado de João 6 seria um absurdo, pois a expressão “comer carne” na Bíblia significa perseguir, injuriar, acusar (Veja Jó 19,22; 31,31; Sl 27(26),2; Miq 3,3; Dn 3,8; 6,25, Lc 16,1; Gl 5,15; Tg 5,3 e Mt 27,12). Estaria o Senhor prometendo o céu a quem o perseguisse, a quem o injuriasse?
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7) Não podemos concluir, como os simbolistas, que o pão ali prometido é a fé. Claro que não, porque no versículo 51 diz: “O pão que eu darei...”. É uma promessa para o futuro. Ora, a fé muitos já a possuíam. 3- Quanto aos textos em que supostamente o verbo SER está em sentido figurado vejamos:
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a) Em todos esses textos citados o verbo SER mantém o seu significado real. Em Jo 14,6, por exemplo, Jesus não diz que representa ou simboliza o caminho, mas diz que é realmente o caminho. O sentido simbólico desses textos não está no verbo SER, mas sim na palavra que o segue. Jesus é o caminho no sentido de que por ele, e só por ele, chegaremos a Deus. Para se argumentar com esses textos é preciso provar que na celebração da ceia as palavras “corpo” e “sangue” estão em sentido simbólico, o que é impossível, pois como vimos, além das palavras “corpo” e “sangue”, o Mestre acrescenta que se referia ao corpo e ao sangue que seriam dados por nós na cruz do calvário. E no calvário, foram dados realmente o seu corpo e o seu sangue.
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b) Não existe verbo que mais indique a realidade de uma coisa do que o verbo SER: uma coisa ou é ou não é. Usamos tal verbo justamente quando afirmamos algo. Logo, mesmo que em tais textos o verbo SER estivesse em sentido figurado, isto não me autorizaria a interpretá-lo sempre neste sentido. Desse modo, não se teria segurança em nenhuma afirmação.Seguindo esse modo, qualquer pessoa poderia concluir que em Jo 1,1; 20,31 e 1Jo 2,2, por exemplo, o verbo SER está em sentido figurado e que, portanto, Jesus apenas representa ou simboliza Deus; representa ou simboliza o Filho de Deus e representa ou simboliza a propiciação pelos nossos pecados. Ora, para se interpretar o verbo SER em sentido figurado são necessários alguns critérios: ele só pode ser tomado em sentido figurado quando o objeto é feito especialmente para essa finalidade, como um retrato, por exemplo; ou, então, quando se está explicando o sentido das personagens ou coisas de uma parábola, de uma alegoria, de um sonho, ou de uma história simbólica (Como acontece nos textos de Gn 41,26; Dn 7,24; Lc 8,11 e 1 Cor 10,4, nos quais o verbo SER está, de fato, em sentido figurado, no entanto, notemos que os dois primeiros textos são a explicação de um sonho, o de Lucas é a explicação de uma parábola, e o último trata-se de uma alegoria).
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Na ceia, porém, nada disso ocorre. O texto eucarístico difere totalmente da estrutura, inclusive gramatical dos textos citados. Com efeito, em Gn 41,2 o sujeito é “as sete vacas”, em Dn 7,24 é “os dez cornos, em Lc 8,11 é “a semente” e em 1Cor 10,4 o sujeito é “pedra”. Ora, uma vez que o verbo ser aí identifica idéias tão anormais como vacas e anos, chifres e reis, semente e palavra, pedra e Cristo, imediatamente percebe-se a simbologia das frases. Mas nas frases da ceia, o sujeito “Isto” é por natureza indeterminado. Pode significar qualquer coisa. Quem o determinará são justamente as palavras que o seguem: corpo e sangue. Não há, conseqüentemente, nenhum mínimo paralelo entre as frases da ceia e as frases desses textos. Não há, então, nenhuma saída para se interpretar a ceia simbolicamente.A literalidade das palavras da ceia é mais ainda reforçada quando notamos que ela foi deixada em testamento. (Veja Lc 22,20 e 1Cor 11,25). Ora, num testamento devem-se usar palavras claras e simples, não existe lugar para simbolismos incompreensíveis. Outra coisa importante lembrar é que as palavras da ceia remete-nos às palavras da páscoa judaica: “Eis aqui o sangue do conserto (ou testamento) que o Senhor tem feito convosco.” (Ex 24,8). Ora, ao dizer estas palavras, Moisés tinha verdadeiro sangue nas mãos. É evidente, portanto, que o NT fosse sela-do em sangue real, não em vinho simbolizando sangue. Logo, Jesus tinha sangue real nas suas mãos. Note-se também que em 1Cor 10,26 S. Paulo nos diz que o cálice e o vinho tomados pelos cristãos são a comunhão (não símbolo) com o corpo e o sangue de Cristo. Mais forte ainda é o fato de S. Paulo em 1Cor 11,27-29 exigir a comunhão dignamente. Ora, se fossem meros símbolos por que alimentar-se daquele pão e daquele vinho indignamente é tornar-se culpado do corpo e do sangue de Cristo? Não seria isso exagero? A Bíblia, então, valoriza tanto assim uma mera figura de Cristo? Se isso é verdade, então, fazer o que os evangélicos fazem contra nossas imagens é também culpar-se do corpo e do sangue de Cristo? Até porque quem representa melhor uma pessoa, um pão e um pouco de vinho ou seu retrato? Se as Escrituras dizem isso do pão e do vinho, o que não dirá do retrato? Não veem os evangélicos que sua doutrina simbolista leva-os a aceitar as imagens que eles tanto condenam?
Não adianta também pretender escapar da presença real alegando que o fato de Jesus estar ali presente fisicamente com o pão e o vinho nas mãos justifica a interpretação simbolista. De fato, Jesus que é o próprio Deus, o Todo-Poderoso, o Onipotente, poderia muito bem realizar o milagre de estar ali na mesa celebrando a ceia e ao mesmo tempo no pão e no vinho. E por que não? O Deus que criou tudo do nada, que foi gerado em Maria sem intervenção humana, que ressuscitou ao terceiro dia (desafiando até a morte) e que curou inúmeros doentes não poderia estar ali na mesa e ao mesmo tempo no pão e no vinho? Ele não é o Deus do impossível?
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Cristo disse: “Isto é o meu corpo” e “Isto é o meu sangue”. Nós católicos acreditamos, mesmo que não entendamos como. Os evangélicos, ao contrário, dizem: não pode ser, isso é absurdo, não cremos. Essa resposta remete-nos evidentemente aos fariseus quando negaram esse mesmo fato em João 6: “Como nos pode dar a comer a sua carne?” (Jo 6,52). Duvidando de Jesus e dele se afastando, os fariseus apenas comprovaram as palavras de Jesus que disse:”ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou o não trouxer...” (Jo 6,44), ou seja, ninguém crê nas palavras e na pessoa de Jesus se não se deixar atrair pelo dom de Deus. Aos fariseus e aos evangélicos falta-lhes isto: deixarem-se invadir pelo dom de Deus, a fé. É óbvio que estamos aqui diante de um grande mistério. Por isso mesmo é que após a consagração o sacerdote diz: Eis o mistério da fé.
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Mas sabemos muito bem que todo mistério merece credibilidade nos lábios do Senhor.
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E para fechar, veja algumas perguntinhas que simplesmente desmentem a simbologia da ceia:
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Por que todas as vezes que a Bíblia fala da Eucaristia, insistentemente usa o verbo “ser” em vez dos verbos que poderiam indicar sentido figurado? (Mt 26,26-30; Mc 14,14-25; Lc 22,7-23; Jo 6).
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Por que São Paulo não entendeu a ceia em sentido figurado, mas ao contrário repetiu o verbo “ser” em 1 Cor 11,23-29?
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Por que ao prometer a Eucaristia em João 6, no momento em que muitos discípulos se retiraram por entenderem suas palavras em sentido real, Jesus não recuou, mas perguntou aos doze se também não queriam ir com eles? (Jo 6, 53-71).
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Se Jesus queria falar em sentido figurado, por que preferiu usar o verbo “ser” aos quarenta verbos figurativos existentes no aramaico?
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Se as expressões “comer carne” e “beber sangue” em João 6 significam crer em Jesus, por que razão Nosso Senhor haveria de fazer a distinção entre duas ações diversas: comer carne e beber sangue? Além disso, onde a Bíblia afirma que tais expressões significam mesmo “crer”?
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Por que o único sentido simbólico da expressão “comer carne” na Bíblia é o de “caluniar”, “perseguir”, “injuriar” (Jó 19,22; Sl 26(27),2; Miq 3,3; Gl 5,17) e nunca o de crer?
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Admitamos, por enquanto, que Jesus falou em sentido figurado na ceia. Perguntamos, porém:
I- Jesus, o Todo-Poderoso, teria o poder de estar em todas as hóstias ao mesmo tempo caso quisesse?
II- Que verbo usaria Ele caso quisesse dizer que aquele pão e aquele vinho eram na realidade o seu corpo?
III- Em Mt 26, 26-29, por exemplo, na própria Bíblia evangélica se lê “isto significa...” ou “isto é...” ?

AS SANTAS IMAGENS, A BÍBLIA SAGRADA E A HERESIA

Postado por servos de maria



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Conforme Êxodo 25,18, o próprio Deus mandou Moisés confeccionar estátuas de anjos, chamados querubins. De acordo com o versículo 22, Deus promete falar com Moisés DO MEIO das duas imagens dos anjos. Justamente por causa disso é q Deus ficou conhecido como o “Senhor que se assenta sobre os querubins”. (1Sm 4,4; 2Sm 6,2; Sl 79(80),1-3). Em Hebreus 9,4, essas imagens dos anjos são chamadas de os “querubins da glória”.
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Em Números 21,4-9, Deus manda Moisés fazer a estátua de uma serpente, que simbolizava Cristo (Jo 2,14), e orienta seu povo a OLHAR para aquela estátua para serem curados. Vejam quanta curiosidade: a serpente representa Jesus, que cura e liberta. Por que Deus cura através daquela imagem é que os protestantes enrolam, enrolam e não justificam. E a situação deles se complica mais ainda porque a imagem simplesmente representa o próprio Jesus CristoOutro objeto santo era a Arca da Aliança. A Arca era um objeto de madeira de cetim, coberta de ouro puro, com o propiciatório em cima dela e com duas imagens de querubins por cima do propiciatório. O propiciatório também era feito de ouro puro e do meio das duas imagens de querubins Deus falava com Moisés. Observe como era especial o lugar onde Javé falava com Moisés seu servo. Leia Ex 25,10-22.
Esse objeto era tão sagrado que não podia ficar em qualquer lugar no tabernáculo de Moisés ou no templo de Salomão. Era reservado um lugar especial chamado de “Santo dos Santos” ou “Lugar santíssimo”: Ex 26,33.34; 1Rs 6,16.19; 8,6,; 2 Cron 5,7. Nem Aarão, o sacerdote, podia entrar frequentemente no lugar onde ficava a Arca (Lv 16,2). Eleazar teve que ser consagrado para que guardasse a Arca em sua casa (1 Sm 7,1). Os sacerdotes e levitas são os únicos que podiam carregar a Arca em procissão (Dt 10,8; 31,9; 1 Cron 15,2). Para carregá-la eles tinham que se santificarem (1 Cron 15,14). Ninguém podia olhar para dentro do lugar onde estava a Arca (Nm 4,5.15.20). Oza morreu por tocar a Arca (2 Sm 6,6.7; 1 Cron 13,9.10). Uns homens foram feridos por ousarem olhar para dentro da Arca (1 Sm 6,19). A Arca é roubada e sair a Arca de um lugar significava sair a glória de Deus (1 Sm 4,21.22). Na terra dos filisteus, para onde levaram a Arca, os homens foram afligidos de hemorróidas (1 Sm 5,1-12).
. A Arca é levantada ao som de alegria (1 Sm 4,5.6; 2 Sm 6,15; 1 Cron 15,28). Levantar-se Deus e sua Arca, é o que chamava o povo do Senhor Deus (Nm 10,35; 1 Cron 28,2; 2 Cron 6,41.42; Sl 132, 8). A Arca vai indicar lugar de descanso e levantá-la é levantar-se o Senhor (Nm 10,33-36). Através dela, Deus livra do mal (1 Sm 4,3-8). A casa de Obede-Edom é abençoada por receber esse objeto santo ( 2 Sm 6,11.12; 1 Cron 13,14). Deus, o próprio Deus, ordenou a Josué que fizesse procissão com a Arca durante seis dias para que Jericó fosse restaurada (Josué 6 inteiro). Por causa da Arca, Israel passa a pé enxuto pelo rio Jordão (Josué 3 inteiro e 4,7.18). Josué e todos os anciãos de Israel se prostraram diante da Arca do Senhor (Jos 7,6). O caro leitor percebeu tanta especialidade desse objeto? Notou que apesar de tanto respeito pela Arca, Deus não se revoltou, mas até incentivou em vários momentos o respeito por ela? Percebeu que aí não houve idolatria? Percebeu que há diferença entre idolatria e respeito pelas coisas sagradas? Outra coisa: sabe por que aquele objeto era tão sagrado assim? Porque ele guardava a palavra de Deus, o testemunho, ou seja, as tábuas da lei (Ex 25,16; 31,18; 32,15; Dt 10,2.5; 1 Rs 8,9; 2 Cron 5,9.10, 6,11; Hb 9,4). A Arca era, então, sagrada por guardar a palavra do Senhor.
Ela não era Deus, mas apenas uma representação, um símbolo, exatamente como uma imagem.
Salomão construiu um templo, como está registrado em 1 Rs 6-9 e 2 Cron 3-7, e Deus em vez de condenar aquele templo cheio de imagens, simplesmente o abençoou.
Se tudo isso não é idolatria, por que essa maldade injustificável dos protestantes de nos acusar de idólatras, se o que fazemos é exatamente o que faziam os judeus, e até aprovados pelo próprio Senhor?


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A questão é simples:
Deus condena a idolatria, isto é, condena substituirmos a Ele por outra coisa ou pessoa, mas orienta o seu povo a respeitar, venerar, reverenciar as coisas e pessoas santas.
E se protestante não sabe distinguir isso é porque falta-lhes ouvir a voz do senhor, pois tudo isso é simplesmente SANTO.
PARA desmascarar MAIS AINDA A HERESIA, RECOMENDO A LEITURA DESTE TÓPICO AQUI:
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http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=38488743&tid=5375802657988682853&na=1&nst=1
E deste:
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http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=38488743&tid=5374179482782413657&kw=Sola+scriptura
Leia este tbm, pois aí vc verá que até os protestantes CONTRADITORIAMENTE confecionam imagens:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=30891250&tid=5360393599579038041&na=3&nst=11&nid=30891250-5360393599579038041-5360396326883271001
Vejam também este vídeo em que o Pe. Fábio de Melo explica muito bem que ímagem é apenas imagem:
http://video.google.com/videoplay?docid=1326397685678539490&ei=cavRSI-xEZPiqQKe8szMAg&q=imagens+s%C3%A3o+apenas+imagens
Vejam também este aqui do Pe.Zezinho:
http://www.youtube.com/watch?v=vAnofB1W7eY

DESMASCARANDO OS PROTESTANTES SOBRE VENERAÇÃO .

Postado por servos de maria



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Comumente os caros amigos protestantes confundem VENERAR com ADORAR.
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Para refutar essa confusão, peguemos o dicionário de Silveira Bueno, porque o Aurélio, por exemplo, nem sequer usa a palavra VENERAR no sentido de ADORAR.
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Diz Bueno:
“VENERAR, V.t. Tributar grande respeito; tratar com respeito e afeição; reverenciar; adorar.
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Veja agora a palavra:
“REVERENCIAR, v.t. venerar; honrar; respeitar; adorar.
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- Percebeu que ADORAR é o último sentido dessas 2 palavras?
- Percebeu também que as 2 palavras têm exatamente o mesmo sentido e que, portanto, são equivalentes?
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Pois bem, quando nós católicos falamos em venerar os santos ou as imagens deles, estamos usando a palavra nesses primeiros sentidos: venerar, reverenciar, honrar, tributar grande respeito e tratar com respeito e afeição.
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Só os irmãos separados é que maldosamente querem deturpar as coisas.
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Se venerar é mesmo adorar no sentido extremo do termo, de adoração a Deus, como pretendem, então, até eles são idólatras porque também usam essa palavra VENERAR.
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Quer ver um exemplo? O herético livro O ESTADO DO VATICANO, do pastor Lauro, apesar de fazer ali uma maliciosa e desonesta crítica à Igreja, ele diversas vezes chama os PAIS DA IGREJA de HOMENS VENERÁVEIS. (veja a p.7, por exemplo).
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Segundo Bueno, VENERÁVEL é aquele “que é digno de veneração”.
Ora, está este pastorzinho dizendo aí que os Pais da igreja merecem nossa adoração no sentido extremo do termo, aquela adoração prestada somente a Deus?
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Outro detalhe: em Língua portuguesa, as palavras podem ter vários significados. Isso se chama POLISSEMIA.
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Então, nem mesmo a palavra ADORAR só tem o sentido de adorar no sentido extremo.
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Assim, por exemplo, nós cantamos no HINO NACIONAL que a terra brasileira é adorada e idolatrada. É claro que não estamos pretendendo dizer aqui que adoramos realmente a pátria amada. Esses 2 termos querem expressar apenas o nosso amor e carinho pela nossa nação. Tão somente isso.
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Quantas vezes não já usamos expressões como “adoro minha mãe”, “adoro esse lugar”, “adoro essa comida” e todos sabemos muito bem que não se trata aí de idolatria no sentido real do termo.
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Sobre a expressão “adoração da cruz”, que usamos na sexta-feira santa, vai no mesmo caminho que as anteriores. Adoração aqui está no sentido de venerar, honrar. Tão somente isso.
E para não dizerem que estou fora da Bíblia, pegue, então, Bíblia sagrada e leia Efésios 5,33 na própria versão de João Ferreira de Almeida, edição revista e corrigida:
“...e a mulher REVERENCIE o seu marido.”
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Es tá o Espírito Santo dizendo aí, através de S. Paulo, que a mulher deve adorar verdadeiramente o seu marido?
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Por favor NÉ?
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Leiam também Hb 12,9 e 13,4 na Bíblia de João de Almeida e veja que nos dois textos a palavra REVERENCIAR tem o sentido de VENERAR, honrar, NÃO adorar.
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Sejamos honestos!
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E PARA FINALIZAR:
Mais uma vez para não dizerem que estou fora da Bíblia, veja o que fez Josué diante de um anjo em Josué 5,14:
“...Então, Josué se prostrou sobre o seu rosto na terra, e o ADOROU...”
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Viu, um servo fiel do Senhor adorando um anjo?
É claro que adorar aí é apenas honrar, venerar e não adorar no sentido extremo.
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Não contradigamos a Bíblia Sagrada.
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E como não posso deixar de FRISAR:
ESSE LIVRO DO PR. LAURO TÁ TODO REFUTADINHO NO SITE caia a farsa.

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Veja aqui:
http://www.caiafarsa.com.br/ULTIMATO/resposta2221.htm
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Leitor, amigo, dê uma lidinha lá.
O nosso amigo Fernando faz uma belíssima análise dessa pseudo-obra cristã


Quarta-feira, Novembro 18, 2009

MARIA PECOU???

Postado por servos de maria

Um objeto bíblico e santo que nos remete obviamente a Maria é a Arca da Aliança..

Vejamos:

A Arca era um objeto de madeira de cetim, coberta de ouro puro, com o propiciatório em cima em cima dela e com duas imagens de querubins por cima do propiciatório. O propiciatório também era feito de ouro puro e do meio das duas imagens de querubins Deus falava com Moisés. Observe como era especial o lugar onde Javé falava com Moisés seu servo. Leia Ex 25,10-22.
Esse objeto era tão sagrado que não podia ficar em qualquer lugar no tabernáculo de Moisés ou no templo de Salomão. Era reservado um lugar especial chamado de “Santo dos Santos” ou “Lugar santíssimo”: Ex 26,33.34; 1Rs 6,16.19; 8,6,; 2 Cron 5,7. Nem Aarão, o sacerdote, podia entrar freqüentemente no lugar onde ficava a Arca (Lv 16,2). Eleazar teve que ser consagrado para que guardasse a Arca em sua casa (1 Sm 7,1). Os sacerdotes e levitas são os únicos que podiam carregar a Arca em procissão (Dt 10,8; 31,9; 1 Cron 15,2). Para carregá-la eles tinham que se santificarem (1 Cron 15,14). Ninguém podia olhar para dentro do lugar onde estava a Arca (Nm 4,5.15.20). Oza morreu por tocar a Arca (2 Sm 6,6.7; 1 Cron 13,9.10). Uns homens foram feridos por ousarem olhar para dentro da Arca (1 Sm 6,19). A Arca é roubada e sair a Arca de um lugar significava sair a glória de Deus (1 Sm 4,21.22). Na terra dos filisteus, para onde levaram a Arca, os homens foram afligidos de hemorróidas (1 Sm 5,1-12).
A Arca é levantada ao som de alegria (1 Sm 4,5.6; 2 Sm 6,15; 1 Cron 15,28). Levantar-se Deus e sua Arca, é o que chamava o povo do Senhor Deus (Nm 10,35; 1 Cron 28,2; 2 Cron 6,41.42; Sl 132, 8). A Arca vai indicar lugar de descanso e levantá-la é levantar-se o Senhor (Nm 10,33-36). Através dela, Deus livra do mal (1 Sm 4,3-8). 

A casa de Obede-Edom é abençoada por receber esse objeto santo ( 2 Sm 6,11.12; 1 Cron 13,14). Deus, o próprio Deus, ordenou a Josué que fizesse procissão com a Arca durante seis dias para que Jericó fosse restaurada (Josué 6 inteiro). Por causa da Arca, Israel passa a pé enxuto pelo rio Jordão (Josué 3 inteiro e 4,7.18). Josué e todos os anciãos de Israel se prostraram diante da Arca do Senhor (Jos 7,6).
O caro leitor percebeu tanta especialidade desse objeto? Notou que apesar de tanto respeito pela Arca, Deus não se revoltou, mas até incentivou em vários momentos o respeito por ela? Percebeu que aí não houve idolatria? Percebeu que há diferença entre idolatria e respeito pelas coisas sagradas? Outra coisa: sabe por que aquele objeto era tão sagrado assim? Porque ele guardava a palavra de Deus, o testemunho, ou seja, as tábuas da lei (Ex 25,16; 31,18; 32,15; Dt 10,2.5; 1 Rs 8,9; 2 Cron 5,9.10, 6,11; Hb 9,4). A Arca era, então, sagrada por guardar a palavra do Senhor.
Ora, a Palavra do Senhor é Jesus, o Logos, o Verbo de Deus (Jo 1,1; 1 Jo 1,1). A Palavra se fez carne em Maria e habitou entre nós (Jo 1,14; Gl 4,4). Ora, sendo Jesus a Palavra verdadeira, Maria é a Nova Arca. Portanto, ela tem toda a glória que aquela antiga Arca possuía. Assim como a primeira Arca abençoara a casa de Obede-Edom ao lá entrar (1 Cron 13,14), assim também a casa de Isabel é abençoada ao receber Maria (Lc 1,41). Assim como Davi se sentiu honrado em receber a Arca enm sua casa (2 Sm 6,9), assim também Isabel se felicita por receber Maria em sua casa (Lc 1,43). Você percebeu que João Batista saltou de alegria no ventre de Isabel ao ouvir a voz de Maria? (Lc 1,41). Davi já havia dançado de júbilo diante da 1ª Arca (2 Sm 6,16). Assim como Davi e todo o Israel encheu-se de júbilo por estarem diante da arca (2 Sm 6,15), Lc 1,42.44 mostra como Isabel e João Batista se encheram de júbilo por estarem diante da Nova Arca do Senhor, Maria, que carregava a Palavra de Deus, o Senhor Jesus.  

Ora, se Maria é a Arca da Nova Aliança, então ela deve ter sido pura e não poderia haver qualquer tipo de pecado nela. Se não era idolatria todo aquele respeito que se tinha pela antiga Arca, também não o é o respeito que temos por essa Nova Arca, a mãe de Jesus. Sendo Maria a Nova Arca, ela tem, com certeza, um lugar todo especial na nova Israel, a Igreja do Senhor.
As provas bíblicas da imaculada conceição de Nossa Senhora não param por aqui. Conforme Ex 19,22 e Lev 10,3, os sacerdotes deviam se santificar para se aproximarem do Senhor. É óbvio, então, que maior santificação devia ter a mulher que engravidaria de Cristo.
Paremos aqui para uma reflexão: se Maria teve pecado, ela foi, então, a única morada impura de Deus. Ela foi a única exceção da regra. Mas por que a exceção seria justamente aquela que mais teve Deus completamente, fora o céu e a Eucaristia, dentro de si?


Outra coisa: por que a única regra de fé dos irmãos separados não diz que ela foi exceção?


Não! Não dá para imaginar o meu único Deus, o meu único Salvador, deixando-se habitar num templo impuro. Justamente Ele que tanto exige um templo puro, santo, reservado só para Ele. Desculpem-me os evangélicos, mas não creio nesse tipo de Deus. 

Há AINDA inúmeras passagens bíblicas que nos vem confirmar essa verdade. Con-forme as Santas Escrituras, tudo o que é oferecido para Deus é em especial a Ele reservado. Deus é o Senhor de tudo, o único, o Soberano, o Excelente. Tudo dEle é especial, é santo, é sagrado.
De acordo com Gn 4,3-7, Deus se agradou da oferta de Abel por ele ofertar o especial para o Senhor; por outro lado, Caim não o agradou por deixar de ofertar o melhor. É lógico, portanto, que tudo de Deus e para Ele deve ser especial.
Se você, caro leitor, quiser notar que a especialidade de Deus exige que seus pertences sejam puros, sagrados, leia atentamente dos capítulos 25 a 35 do livro de Êxodo. Para tanto, vamos destacar aqui alguns pontos importantes desses capítu-los. Ali, Deus ordena a Moisés para fazer um tabernáculo para si. Mas para a confec-ção daquele lugar, Ele mesmo dá as regras. Tudo deve ser especialmente reser-vado. Tudo deve ser produzido de ouro. Como o ouro é a coisa mais valiosa que temos, a Deus ele deve ser oferecido. Além dos querubins, os pratos, as colheres, as coberturas e as tigelas seriam feitas de ouro. Veja Ex 25,18.29. Conforme Ex 25,31 até os castiçais seriam de ouro. Em Ex 25,23.24 diz que a madeira da mesa seria de cetim e coberta de ouro. Até as cortinas foram delicadamente trabalhadas. (Veja Ex 26).

O altar também foi feito de madeira de cetim (Ex 27). O azeite para acender as iluminarias era de azeite puro (Ex 27,20). As vestes sacerdotais eram santas (Ex 28,2.3).Para oferecer sacrifício ao Senhor, o sacerdote Aarão e seus filhos deviam ser ungidos e santificados (Ex 28,41.43; 29,1). O cheiro da oferta deveria ser suave, pois é reservada a Deus (Ex 29,18). Tudo que pertencia ao sacerdote teria de ser santificado (Ex 29,21.27.29.35-37.42-46).  

Por Ex 29,46 sabemos que tudo devia ser santificado para que Deus habitasse “no meio deles”.
O altar do incenso era de cetim e coberto de ouro (Ex 30, 1.3). A pia era de cobre (Ex 30, 17-21). O azeite da unção era santo (Ex 30, 22-38). O incenso também (Ex 30, 35-38). O propiciatório era de ouro (Ex 37,6). E a Arca era especialíssima (Ex 37,1-5). Sobre a Arca estudaremos à frente.
Êxodo 30,29 ainda é mais forte. Na Bíblia evangélica (a de João Ferreira de Almeida, edição revista e corrigida) diz assim: “Assim santificarás estas cousas, para que sejam santíssimas: tudo o que tocar nelas será santo.” Observe que tudo que era daquele tabernáculo deveria ser santificado, e tudo que tocasse naquelas coisas santas também era santificado. Aliás, tudo deveria ser mais do que santo, deveria ser santíssimo. Leia Ex 40, 10.11.13.15.
Conforme Ex 3,5 o lugar onde Deus aparecia a Moisés era santo e para nele pisar Moisés deveria tirar as sandálias. O rosto de Moisés resplandecia só porque ele falara com o Senhor (Ex 34,29-35).
Ora, se tudo que era reservado para Deus devia ser santificado, devia ser especial, devia ser puro; se até a monte era santo só porque o Senhor ali falava com Moisés; se as vestes sacerdotais também deviam ser santificadas; se os sacerdotes deviam se santificar para oferecer sacrifício a Deus; se o altar e tudo o que fosse do tabernáculo devia ser santificado, e sabemos que tudo no AT prefigura o Novo, é lógico, então, para ser a mãe de Deus, para gerá-lo em seu ventre Maria devia também ser santificada, devia ser preservada do pecado. Se o rosto de Moisés res-plandecia só porque ele vira o Senhor, é evidente, portanto, que para o Verbo se tornar carne em Maria, ela devia ser imaculada. Se para Deus habitar no meio do seu povo tudo devia ser santificado, é lógico que para Deus habitar em Maria ela não podia ter pecado. 

O templo que Salomão construiu para ser morada de Deus também teve de ser perfeitamente trabalhado. Era tudo coberto de ouro e assim como o tabernáculo de Moisés, foi feito o melhor porque a morada do senhor deveria ser perfeita. “E mandou o rei que trouxessem pedras grandes e pedras preciosas, pedras lavradas, para fundarem a casa.” (1 Rs 5,17). “Assim edificou Salomão aquela casa, e a aperfei-çoou.” (1 Rs 6,14). Perceba a preocupação com a perfeição dos objetos e da casa do Senhor. Para maior detalhes leia os capítulos 6,7,8 e 9 inteiros do livro citado e leia ainda o 2º livro das Crônicas, capítulos 3,4,5 e 6.
Ezequiel também teve uma visão de um templo novamente bem trabalhado, novamente perfeito (Leia Ezequiel do capítulo 40 ao 48). Tudo visto ali era o mais perfeito possível, já que a perfeição do senhor exige evidentemente que seus per-tences sejam também perfeitos.
Belém, cidade humilde, seria altamente engrandecida porque o Senhor nela nasceria. Leia Miquéias 5,1.2 e Mateus 2,6. Nota-se, assim, que a especialidade do Senhor exige a exaltação, a santificação, a pureza de seus pertences.  

Por que, conforme Apoc 21,27 nada de impuro entra na Jerusalém celeste? Justamente porque o Senhor quer uma morada pura. É lógico, portanto, que para Deus poder morar 9 meses no ventre de Maria ela tinha que ser purificada antes de nascer.
Há um detalhe na visão do templlo tida por Ezequiel muito interessante. No capítulo 44,2 ele nos fala de uma porta que será “fechada, e não se abrirá; ninguém por ela passará, porque o senhor Deus de Israel entrou por ela.” É interessantíssimo esse trecho. Até a porta por onde Ele entra mais ninguém entrará. Ela será exclusividade dEle, ser-lhe-á reservada. Aqui mais uma vez comprova-se o dogma da imaculada conceição da mãe. Maria devia ser reservada para o Senhor, tinha de ser purificada, senão seria incapaz de conter o Senhor. Aqui também se justifica o dogma da sua virgindade perpétua. Maria foi a porta pela qual o Verbo de Deus chegou até nós; ela, portanto, era exclusividade dele. Ao passar por Maria, mais ninguém poderia dela nascer. A especialidade do Senhor é tão grande que até o jumentinho da entrada em Jerusalém e o túmulo em que o sepultaram eram-lhes reservados (Mt 27,60; Mc 11,2; Lc 19,30; 23,53; Jo 19,41).
A situação mais clara fica quando sabemos que Maria já estava na mente de Deus desde séculos atrás. Desde que Eva levou Adão a pecar, ali mesmo Deus prometera uma mulher, Maria, a qual seria a porta por onde o Salvador viria. O senhor já tinha reservado Maria. Evidentemente também Ele já tinha planejado aperfeiçoá-la para que ela pudesse se tornar o templo único do Deus feito homem. (Gn 3,15; Is 7,14). 


Até hoje os próprio inimigos da imaculada conceição chamam terra santa o lugar onde Cristo nasceu. Sendo santa a terra onde o Senhor pisou, é logicamente santíssimo o ventre onde Ele fora gerado. É santo o ventre que lhe deu a carne e o sangue humanos.  

É CLARO QUE MARIA NUNCA PECOU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

AUTOR: EVALDO


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