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segunda-feira, junho 23, 2014

Ela suportou uma grande dor (Refutado)

Maria, a mãe de Jesus

Fonte da Imagem : http://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/wp20140501/maria-mae-de-jesus/

     Quando ela e José acabavam de apresentar seu querido Filho no Templo em Jerusalém, um idoso chamado Simeão foi inspirado a fazer uma profecia. Ele predisse grandes coisas sobre Jesus, mas também disse que Maria sentiria como se uma longa espada a transpassasse. Maria percebeu que seu filho mais velho via essas notícias como um sinal: era hora de começar seu ministério.

    É provável que José, o marido de Maria já tivesse morrido. Maria sabia então o que significava perder alguém. Jesus já não era mais chamado de “filho do carpinteiro”, mas sim de “carpinteiro”. Pelo visto, Jesus tinha assumido os negócios do pai e o papel de provedor da família, que incluía no mínimo seis irmãos mais novos. (Mt13: 55-56; Mc 6: 3) mesmo que Jesus estivesse preparando Tiago – provavelmente o segundo filho homem – para cuidar dos negócios da família, a partida do filho mais velho não seria fácil. Será que ela estava ansiosa? Não podemos afirmar. Mas o importante é: como ela reagiria quando Jesus de Nazaré se tornasse Jesus Cristo, o tão aguardado Messias? A Bíblia nos revela sobre isso. – João 2: 1-12 . Ele estava relembrando sua mãe de que ela não devia lhe dizer como realizar seu ministério; esse direito é exclusivo de seu pai, Jeová.

     Maria aceitou a correção, pois era uma mulher humilde e receptiva. Também foi difícil para ela ver a reação de seus outros filhos. Vemos em Jo 7: 5 que os 4 irmãos não tinham a mesma fé da sua mãe. Lemos: “sobre as irmãs de Jesus – pelo menos duas – a Bíblia não diz nada”. Ela teve de se esforçar para permanecer leal a verdade divina e ao mesmo tempo tentar convencer os membros de sua família sem ser autoritária ou insistente. Ainda assim, Maria continuou humilde, Jesus nunca deu a entender que sua mãe deveria receber louvor, muito menos adoração. Certa vez, durante seu ministério, uma mulher devia ser realmente feliz por ter lhe dado à luz. Ele respondeu: “não, antes: felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” (Lc 11: 27-28) e quando alguns numa multidão disseram a Jesus que sua mãe e seus irmãos estava nas proximidades, Ele disse: que seus verdadeiros irmãos e mãe eram aqueles que acreditavam nele. Maria soube que havia acontecido o maior de todos os milagres – Jesus tinha sido ressuscitado! E sua alegria aumentou ainda mais quando Jesus fez uma visita especial a seu meio irmão Tiago (I Cor 15: 7).

(JEOVÁ, Testemunhas de. Ela suportou uma grande dor. Revista Sentinela, v. 135,p.12- 15,maio de 2014.)

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     Ora não existe um filho mais velho de Maria, pois de forma sanguínea só existe Jesus. Os pais da Igreja lá testificavam que José havia falecido e que Jesus ocupava a partir daquele momento a profissão de carpinteiro. Jesus era o único filho nascido do ventre de Maria. Não existe na Bíblia nenhuma passagem dizendo que Maria ficou grávida de Tiago, José , Judas e Simão . Para vermos a realidade destes fatos vamos ver as Sagradas Escrituras (Jo 19, 25; Mc 15, 40 e Jd 1, 1).

      A Sagrada Escritura substitui as palavras primo, tio parente próximo por irmão, basta analisarmos (Gn 13, 8 e Gn 11, 27-31). Os seguidores de Maomé em seus livros Sagrados veneram a mãe de Jesus como virgem. (WROSZ, Pe. Vicente. Respostas da Bíblia: as acusações dos “crentes “ contra a Igreja Católica. – Rio Grande do Sul, 39ª Ed. , Editora Padre Reus, 1998).

      Nenhum dos discípulos de Jesus era pagão, Maria jamais quis ser autoritária com Jesus, nem tampouco fora corrigida de qualquer falha por este, por se tratar de uma mulher contemplativa (Lc 2, 19).

      A Virgem Maria no seu cântico Magnificat (Lc 1, 48) nos dá a mensagem profética que todos A felicitariam. A passagem de (Lc 11, 27-28) Jesus não retira de Maria nenhuma de suas glórias, apenas explica que além dela ser felicitada por ter dado à luz era ainda mais feliz por ser cumpridora da palavra da Deus.

São Luís Grignion de Montfort nos ensina: “se a devoção à Santíssima Virgem nos afastasse de Jesus Cristo, seria preciso rejeitá-la como uma ilusão do demônio.”

    Jesus e sua Mãe sempre estiveram juntos em todos os momentos da história e São Luís nos dá outra lição, vejamos: “Maria está tão intimamente unida á vós que fácil seria separar do sol a luz, e do fogo o calor; digo mais: com mais facilidade se separariam de vós os anjos e os santos que a divina Mãe, pois que ela vos ama com mais perfeição que todas as vossas outras criaturas juntas”.

(MONTFORT, São Luís Maria Gringnion de. Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem.- Rio de Janeiro, 38ª Ed. , Editora Vozes, 2009).

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