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terça-feira, janeiro 13, 2015

Os Santos católicos eram favoráveis aos signos do zodíaco?


Os santos católicos eram fiéis seguidores das Sagradas Escrituras, podemos elencar um santo doutor da Igreja o grande teólogo Agostinho de Hipona que descreve as seduções da astrologia ele destaca que foi apresentado para os “matemáticos” esta é a forma como ele se refere aos astrólogos e adivinhos, em seu livro as Confissões.
Ora, esses astrólogos procuram destruir o efeito salutar deste conselho, quando dizem: “A causa inevitável de pecares vem-te dos céus. Também afirmam: foi Vênus ou Saturno ou Marte quem praticou essa ação.” Evidentemente para que o homem, carne, sangue e orgulhosa podridão, se tenha por irresponsável e atribua toda a culpa ao criador e ordenador do céu e dos astros1.
O bispo de Hipona enfatiza que um médico alertara a ele para que não recorresse aos então chamados de “matemáticos,” e no trecho que expus acima fica claro a maneira como ele delineia as manobras utilizadas por aqueles que recorrem a tais artifícios. Chegou ao conhecimento de que me tinha dado a leitura dos livros dos astrólogos, admoestou-me, com paternal benevolência, a que os rejeitasse e, em tal quimera, não dependesse cuidado e trabalho que me seriam necessários para assunto de utilidade. 2
Desde o princípio os cristãos rejeitaram essas práticas magicas tendo em vista que Sagrada Escritura já nos advertia que devemos nos afastar das mesmas, dentro do que sempre foi entendimento na Igreja de Cristo o catecismo da Igreja Católica nos ensina: A consulta aos horóscopos, a astrologia, a quiromancia, a interpretação de presságios e da sorte, os fenômenos de visão, recurso a médiuns escondem uma vontade de poder sobre o tempo, sobre a história e finalmente sobre os homens, ao mesmo tempo que um desejo de ganhar para si poderes ocultos. Estas práticas contradizem a honra e respeito que, unidos ao amoroso temor, devemos exclusivamente a Deus.3
Evidentemente a Igreja com seus Santos jamais foram favoráveis aos signos do zodíaco, pois estes demonstram nitidamente qual o perigo que estes fazem a alma humana, em seus escritos a própria Igreja de Cristo reforça esses ensinamentos através do seu livro oficial de doutrina ressaltando aos seus fiéis dever de se afastar dessas práticas.
1 AGOSTINHO, Santo, Bispo de Hipona. Confissões. Tradução J. Oliveira e Ambrósio de Pina. 4ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2014.
2 AGOSTINHO, Santo, Bispo de Hipona. Confissões. Tradução J. Oliveira e Ambrósio de Pina. 4ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2014.
3 Catecismo da Igreja Católica paragrafo 2116.

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