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quarta-feira, julho 22, 2015

EIS ESCRAVA DE JEOVÁ (Refutado)


(Bibliografia: TRATADOS. Associação Torre Vigia de Bíblias.  Eis a escrava de Jeová.  p.145-152. São Paulo: 2013.)

        Muitos ficam surpresos de saber que a bíblia não fala muito sobre Maria. Diz pouca coisa sobre sua formação, menos ainda sobre sua personalidade e absolutamente nada sobre sua aparência. Mas o que a palavra de Deus diz a seu respeito revela muito o tipo de pessoa que ele era.
Para reconhecermos Maria, precisamos olhar além das muitas ideias, preconcebidas que várias religiões divulgam a seu respeito. Então, vamos desconsiderar suas inúmeras figuras retratadas em pintura, mármore ou gesso. Vamos desconsiderar também a teologia complexa e os dogmas que deram a essa mulher humilde os elevados títulos de “Mãe de Deus” e “rainha do céu”.
O visitante de Maria não era um simples homem. Era o anjo Gabriel. Quando ele chamou Maria de “altamente favorecida,” ela ficou “profundamente perturbada” com suas palavras e se perguntou qual era o significado desse cumprimento incomum.
      Além disso, o anjo lhe disse que seu filho ‘seria chamado filho do Altíssimo’. Como uma mulher poderia gerar o filho de Deus? Na verdade, como Maria poderia até mesmo ter um filho se ainda não era casada com José? Ela perguntou francamente: “como se há dar isso, visto que não tenho relações com homem?” (Luc. 1:34)
Suas palavras humildes e obedientes servem de exemplo para todas as pessoas de fé. Ela disse a Gabriel: “Eis a escrava de Jeová! Ocorra comigo segundo a tua declaração.”
      As palavras de Gabriel sobre Elisabete foram muito significativas para Maria. Ela ficou cheia de espírito santo e chamou Maria de “Mãe do meu Senhor”. Segundo certa estimativa, ela fez mais de 20 referencias ás Escrituras Hebraicas!
No entanto, ele não quis que ela fosse publicamente envergonhada nem que seu caso se tornasse um escândalo, por isso preferiu divorciar em segredo. (Mat. 1:18,19)
      A tentativa da revista foi inusitada, mais alguns esclarecimentos são necessários, vamos clarear o assunto parte a parte. 1- A bíblia foi feita para falar da pessoa de Jesus basta que atentemos ao Evangelho de João 21,25. 2- A teologia não é complexa é lógica (Jo1, 1) o evangelista coloca claramente que Jesus é Deus. A própria Isabel parente de Maria diz: De onde me vem honra de receber a mãe do meu Senhor? (Cf. Lucas 1,43).
Pergunto então, como não é a mãe de Deus se Isabel e João deixam evidente na bíblia sagrada?
     3- Maria é rainha porque seu filho é o Rei do universo que está diante do Deus altíssimo (Javé = Deus Salva), (Apocalipse 12,5). Não consigo entender a ação de perplexidade da revista supracitada, o que aconteceu com Maria foi ato sobrenatural. 4- Deus Pai (Javé) escolheu uma mulher livre de qualquer macula para entregar seu filho por amor a humanidade. (João 3,16-17).  São Luís Montfort nos ensina: “Maria produziu com o Espírito Santo, a maior maravilha que existiu e existirá – um Deus – homem.”
Os críticos de Maria não sabem mais o que afirmar hora dizem que ela foi mãe de vários filhos com José, ora dizem que ela recebeu divorcio de José, o que de fato aconteceu na visão deles? Poderia Maria sendo judia fiel a lei de Moisés ser uma desquitada? Como Ela poderia ter entrado no templo acompanhada de José indo procurar Jesus?  Maria foi uma mulher de profunda escuta e meditação da palavra de Deus, além praticante fidelíssima (Lucas 2,19).  Contra fatos não há argumentos.

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